Rota 66 – Caco Barcellos

Rota 66

O livro Rota 66 do jornalista Caco Barcellos conta a história sobre a ROTA, órgão da Polícia Militar (PM). Publicado pela Editora Globo, com 274 páginas de uma leitura fascinante, surpreendente e reveladora. Capaz de prender sua atenção em cada página.

A ROTA 66 surgiu com a fusão da Polícia Civil e a Militar, na década de 70. Diversos crimes bárbaros foram cometidos após esse período por policiais militares com armas pesadas, e atirando definitivamente para matar.

A ROTA específica do livro ficou conhecida pelo 1º assassinato de jovens de classe alta. Sendo que a maioria foram cometidos contra jovens, pardos e pobres. Depois do assassinato desses jovens. Os policiais desse caso começaram a ser observados por Caco Barcellos por ter uma mesma sequência de fatos em diversos crimes.

Perseguem. Atiram sem fazer perguntas, matam, levam o corpo para o Pronto Socorro ou hospital mais próximo, alegando prestação de socorro, alteram a cena do crime. Nenhuma testemunha aparece para contar outra versão do fato do que a dos próprios policiais.

Diversos assassinatos são cometidos dessa forma brutal, tendo sempre um policial do crime da ROTA 66 envolvido. São esses que fazem parte da lista dos 10 maiores assassinos da Polícia Militar.

Caco Barcelos nasceu em Porto Alegre, onde iniciou sua carreira jornalística na Folha da Manhã. Durante a ditadura militar, trabalhou em veículos de imprensa alternativa. Nos seus quase 30 anos de profissão, com passagens pelas revistas Repórter, Isto É e Veja, já cobriu guerras, catástrofes naturais, guerrilhas e se dedicou a grandes reportagens investigativas, entre elas a que deu origem a esse livro. Em 1985, foi trabalhar na Rede Globo, como repórter do Jornal Nacional, do Fantástico, do Globo Repórter e do quadro “Profissão Repórter”.

Fernanda Cristina dos Santos – 2º período de Jornalismo

RGM: 59395

Ilha das Flores

É um documentário muito interessante,( mesmo sendo um pouco antigo), pois aborda a questão da desigualdade social, e como as pessoas que não possuem condições financeiras razoáveis são tratadas, sendo o porco mais importante que eles…

Para quem estiver interessado , o documentário está disponível no YouTube, está divido em duas partes, conforme os links abaixo:

link - parte 1

link – parte 2

Sobre apresentações em Power Point

Segue o slideshare do Death By Power Point, só que em português.

Resenha. Propaganda de A a Z.

OBS: A resenha não é do livro todo. São Resenhas de tópicos de alguns capítulos (1, 2 e 6)

A propaganda garante a liderança.

SAMPAIO, Rafael. A propaganda garante a liderança. In:____. Propaganda de A a Z. Rio de Janeiro: Campus, 1999. p.19-20.

Exposição de Propaganda.

Este tópico do livro mostra ao leitor a importância da propaganda de algum produto para que o mesmo possa garantir a liderança de marca. Para isso dá o exemplo da Coca-Cola e reforça a idéia que o produto deve estar sempre a mostra para os consumidores.

É narrado em 3ª pessoa e de forma simples e breve, consegue fixar o que quer esclarecer sobre o que fazer para que um produto seja uma marca líder.

No início usa palavras simples e afirma que no mercado muitos produtos apesar da visibilidade que tem e do reconhecimento, eles precisam estar sempre a mostra para os consumidores, principalmente se for algum produto que tenha diversidade em concorrência; passa então para o exemplo.

Dando exemplo do mercado de bebidas, onde há uma concorrência entre diversos tipos de líquidos entre eles: água, chá, refrigerante, sucos em pó, cerveja, entre outros, o autor enfatiza que a marca mesmo sendo muito conhecida, a Coca-Cola está sempre presente se alguma forma em nossas vidas, seja através da T.V, do rádio, revista, jornal, ou seja, qualquer meio de comunicação.

Portanto conclui que um produto precisa estar sendo observado por seus consumidores todo o tempo, se o produto quiser se tornar uma marca líder, mesmo já sendo uma ou que tenha reconhecimento entre os consumidores em geral. E se o produto não é um líder de marca ainda e possui um diferencial superior ao seu concorrente e não precisa de muitos esforços para convencer um consumidor a mudar de idéia, a propaganda ainda é fundamental e precisa estar presente pelos simples fato de que o consumidor precisa saber que ele (o produto) existe.

Vivemos 80% da nossa vida fora de casa. Muitos não assistem televisão embora tenha em sua residência em média 3 aparelhos espalhados pelos cômodos. Não escutamos com freqüência programações de rádio (ainda menos se for A.M) talvez  porque o homem esta em constante movimentação ou ocupado com alguma atividade.

Por isso anunciar no metrô se tornou uma vantagem para quem anuncia e para o produto, dando vantagens as mídias exteriores e as mídias alternativas.

Todo Mundo é Influenciado pela Propaganda.

SAMPAIO, Rafael. Todo mundo é influenciado pela propaganda. In:­­____. Propaganda de A a Z. Rio de Janeiro: Campus, 1999. p.21-22.

Influência da Propaganda.

O tópico Todo Mundo é Influenciado pela Propaganda, do Capítulo 1, vai falar sobre a influência que uma propaganda gera na hora de consumir algum bem, durável ou não durável.

Está em 3ª pessoa, e mais uma vez de forma simples, fala e esclarece a sua idéia através de exemplos.

Logo no início já diz que mesmo não querendo a propaganda influência as pessoas de alguma forma, isso porque seduz, mexe com os sentidos e desejos, atinge o inconsciente fazendo com que  as pessoas se proponham a ter novas experiências, atividades e ações, estando abertas para novas sensações.

Para confirmar o que diz passa a descrever dois exemplos. O primeiro é o exemplo dos pneus Firestone, onde entrevistaram motoristas de caminhões que diziam não ser influenciados pela propaganda e que só as mulheres acreditavam nisso. Ao perguntar a razão pela escolha do pneu Firestone, o inesperado acontece. A maioria responde com a frase do slogan e tema da campanha.

O segundo exemplo foi com as donas de casa que diziam comprar as coisas para sua casa levando em consideração em primeiro lugar a qualidade, sem que a propaganda fosse um fator chave na decisão de sua compra. Quando entraram nas casas e olharam tudo que tinha, e as donas de casa falam a razão de compra de cada item existente em sua casa, mais uma vez aparecem as razões essenciais idênticas das que aparecem as propagandas e campanhas.

Então não tem como duvidar que propagandas influenciam os consumidores e mesmo que esses últimos não acreditem, ao serem testados comprova-se: Há uma influência e não tem como escapar dela. Tornando indiscutível o fato.

Sendo assim, as mídias do metrô causam impacto e influência nos usuários. O que reforça essa idéia é o metrô ter uma percepção de mídia em 82%, e desse porcentual, metade compram ou consomem com freqüência algum produto anunciado no metrô.

Como a propaganda age sobre o consumidor?

SAMPAIO, Rafael. Como a propaganda age sobre o consumidor? In:___. Propagada de A a Z. Rio de Janeiro: Campus, 1999.p. 35-36-37.

Impacto da Propaganda.

O tópico Como a propaganda age sobre o consumidor? Aborda a dificuldade que há em explicar e saber especificamente como as propagandas agem sobre um indivíduo ou um grupo de indivíduos. Fala também dos princípios que uma propaganda precisa ter para tentar despertar algum efeito sobre as pessoas.

Está em 3ª pessoa, no segundo capítulo.

Começa já destacando que a pergunta mais difícil de ser respondida em propaganda é de como uma propaganda age sobre o consumidor, pois as pessoas são imprevisíveis e isso dificulta mais o trabalho do profissional de propaganda.

São destacadas em seguida o que a propaganda trabalha. Exemplo: os instintos mais fortes dos seres vivos (medo, inveja, vontade…).

Afirma então que na somatória de ações sobre os instintos humanos de suas formas de agir, o resultado é uma multiplicação.

Pelas “n” formas de apelo, a propaganda atinge o indivíduo, a família, grupo social, comunidades, enfim, uma sociedade em um todo. Por não agir sozinha ela precisa atender alguns princípios básicos: Criatividade, emoção e interesse, pertinência e compreensão.

A propaganda precisa então agir primeiramente nos centros sensoriais emocionais e em seguida os lógicos.

Não podemos esquecer, portanto, que a propaganda é primordial no meio ambiente em que vivemos e sua influência e impacto tem se mostrado casa dia maior.

Quando se trata de influência e impacto, o metrô se favorece pois como já havia dito, 82% dos usuários são impactados por alguma mídia e afirmam lembrar de alguma propaganda ou anúncio.

Desses impactados 59% mencionam alguma marca ou empresa e 15% concordam que alguma vez já se influenciou a entrar em contato com o anunciante.

Possuindo então 99 milhões passageiro/mês, 82% de percepção de mídia, recall de 82%, o retorno de quem anuncia é garantido.

Os principais Veículos e Outdoor e propaganda Exterior.

SAMPAIO, Rafael. Os principais veículos. In:____. Propaganda de A a Z. Rio de Janeiro: Campus, 1999.p.86-87.

SAMPAIO, Rafael. Outdoor e Propaganda Exterior. In:____. Propaganda de A a Z. Rio de Janeiro: Campus, 1999.p.93-95

Veículos – Outdoor e Propaganda Exterior.

No tópico do capítulo 6, os principais veículos, narrado em 3ª pessoa, fala superficialmente como pode ser dividido os veículos mais usados. São eles: televisão, rádio, revista, jornal, mala direta, cinema, outdoor e propaganda de exterior, listas e guias.

Cita o que cada tipo de mídia trabalha. Exemplo: as mídias eletrônicas trabalham com o sentido da audição e da audição e visão; partindo daí passa a falar isoladamente de cada veículo de comunicação.

Quando chega no tópico outdoor e propaganda exterior, ainda no sexto capítulo e em 3ª pessoa, adquiri-se dados mais específicos.

Explica qual o significado de outdoor, e começa a falar um pouco de mídia exterior no Brasil.

Conta uma curiosidade que é o outdoor apresenta como maior benefício seu grande impacto, sendo superado apenas pela televisão.

Faz uma analise quantitativa de tabuletas em todo o país, e conclui que entre diversos veículos, a mídia exterior vem destacando e ganhando importância e eficiência.

Observo então que em meu projeto das mídias do metrô, segundo todos os dados nesses dois tópicos que não é por acaso que são utilizados certos tipos de mídia. Algumas são muito parecidas e outras as próprias mídias citadas como mídias exteriores.

Considera-se então viável esses tipos de mídia no metrô e de bom aproveito, pois segundo Rafael Sampaio as mídias exteriores vem crescendo. Junto com o crescimento a velocidade com que acontecem as coisas, e esse crescimento  de utilização de mídia exterior, só é eficaz por que todo ser humano passa muito mais tempo fora de cada.

Jéssica Ivanov Rgm: 63177

2º período.

Abusado – O Dono do Morro Dona Marta

O livro Abusado – O Dono do Morro Dona Marta, do jornalista Caco Barcellos foi publicado em 2003, pela editora Record. São 559 páginas que contam a rotina de uma conhecida favela do Rio de Janeiro, Dona Marta.

Abusado narra a história de vida, a rotina e os principais conflitos de um grupo de jovens que comandam o morro. Tendo como personagem principal Juliano VP, que chegou a ser considerado um dos maiores traficantes do país.

Relatando as curiosas e marcantes histórias do Dona Marta, Caco Barcellos fala das torturas que a polícia praticava contra os moradores e traficantes do morro. As violentas invasões, perseguições e execuções.

Juliano fala das mais inusitadas fugas, como quando foi para Fernando de Noronha, Argentina, entre outros países. Assim como das suas prisões. Com carisma e simpatia, conquistou as mais diversas pessoas conseguindo desmistificar a percepção de alguns sobre o dia-a-dia em uma favela.

Não vale simplesmente a pena ler Abusado – O Dono do morro Dona Marta por uma curiosidade que venha a ter sobre um famoso morro do Rio de Janeiro, mas também por toda a sabedoria e lição de vida que você tira página á página.

Caco Barcellos, nasceu em Porto Alegre, onde deu início a sua carreira de jornalista. Trabalhou em diversos meios, como na Folha da Manhã, em Porto Alegre, revistas Repórter, Isto é, e Veja. Em 1985 foi trabalhar na Rede Globo, onde continua até hoje. Passou por diversos jornais, como o conceituado Jornal Nacional, o programa dominical Fantástico, e o Globo Repórter. Foi correspondente internacional em Londres, no ano de 2002. Atualmente está à frente do programa Profissão Repórter.

Fernanda Santos – RGM: 59395

2º período – Jornalismo

Rota 66 – A História da Polícia que mata

O livro Rota 66 do jornalista Caco Barcellos conta a história sobre a ROTA, órgão da Polícia Militar (PM). Publicado pela Editora Globo, com 274 páginas de uma leitura fascinante, surpreendente e reveladora. Capaz de prender sua atenção em cada página.

A ROTA 66 surgiu com a fusão da Polícia Civil e a Militar, na década de 70. Diversos crimes bárbaros foram cometidos após esse período por policiais militares com armas pesadas, e atirando definitivamente para matar.

A ROTA específica do livro ficou conhecida pelo 1º assassinato de jovens de classe alta. Sendo que a maioria foram cometidos contra jovens, pardos e pobres. Depois do assassinato desses jovens. Os policiais desse caso começaram a ser observados por Caco Barcellos por ter uma mesma sequência de fatos em diversos crimes.

Perseguem. Atiram sem fazer perguntas, matam, levam o corpo para o Pronto Socorro ou hospital mais próximo, alegando prestação de socorro, alteram a cena do crime. Nenhuma testemunha aparece para contar outra versão do fato do que a dos próprios policiais.

Diversos assassinatos são cometidos dessa forma brutal, tendo sempre um policial do crime da ROTA 66 envolvido. São esses que fazem parte da lista dos 10 maiores assassinos da Polícia Militar.

Caco Barcelos nasceu em Porto Alegre, onde iniciou sua carreira jornalística na Folha da Manhã. Durante a ditadura militar, trabalhou em veículos de imprensa alternativa. Nos seus quase 30 anos de profissão, com passagens pelas revistas Repórter, Isto É e Veja, já cobriu guerras, catástrofes naturais, guerrilhas e se dedicou a grandes reportagens investigativas, entre elas a que deu origem a esse livro. Em 1985, foi trabalhar na Rede Globo, como repórter do Jornal Nacional, do Fantástico, do Globo Repórter e do quadro “Profissão Repórter”.

Fernanda Santos – RGM: 59395

2º período de Jornalismo

Simulado do ENADE para Publicidade & Propaganda

Caríssimos e queridas estudantes de PP.

Prometi colocar neste blog o simulado realizdo por vocês em 27/08/2009, mas não levei em conta que tem um monte de imagens e formatações que vão se perder ao trasferir para o blog. Assim resolvi publicar no slideshare e colocar o embeded aqui (quem não souber o que é me pergunte na aula), onde pode ser visto. Se não estiverem conseguindo visualizar entrem no slideshare e me procurem (zecaguimaraes) ou ENADE.

Resenha do filme O Pequeno Príncipe

O inicio do filme O Pequeno Príncipe, baseou-se na obra de Saint-Exupéry, mostra que uma mesma coisa pode ter mais de um ponto de vista.

O desenho da digestão de uma jibóia, por exemplo, do ponto de vista de uma criança que acaba de descobrir que a jibóia engole sua presa inteira, tem uma representativa importância. Mas, o mesmo desenho mostrado a um adulto, perde totalmente a importância e o significado inicial, tornando-se então um mero chapéu. Tudo porque menosprezam a inteligência, a esperteza e a facilidade de captação e transformação de uma informação para conhecimento de uma criança.

Os adultos perdem com o passar dos tempos a capacidade de ver além das coisas, só vêm superficialmente. Mas tudo que inicialmente parece ser, muitas vezes não é o que pensamos nem o que vemos.

Assim foi a vida do aviador da historia. Ele foi cercado por adultos no período da infância e embora não conseguisse comprovar suas teorias, sua opinião não mudara. Percebeu que ser adulto é ser manipulado e corrompido por poder, dinheiro, golfe e política, tornando-se então um adulto razoável.

Por acidente o aviador cai no deserto do sahara e conhece um garotinho que pede insistentemente que desenhe um carneiro. O aviador explica que não sabe desenhar e que em sua vida toda só havia feito um desenho, e mostra o desenho para o menino. Pela primeira vez se desenho é reconhecido e ganha seu verdadeiro significado. O menino, diz que ele não precisa de uma jibóia e nem de um elefante, e sim de um carneiro, e que ele veio de um lugar muito pequeno e longe dali.

Os dois têm uma boa relação depois disso e o menino curioso começa a perguntar sem parar e a exigir como o desenho deve ser.

Segue a historia até que ocorre um conflito entre o aviador e a garotinho.

Desapontado e frustrado com a atitude do aviador sai correndo e vai embora. O aviador procura pelo menino preocupado. Quando anoitece o menino ressurge e os dois começam a conversar sobre o lugar de onde teriam vindo.

Ao contar sua historia, o pequenino fala de sua trajetória até chegar lá e conta então que percebendo a infelicidade, resolveu partir de seu planeta em busca de conhecimento, mesmo que para isso tivesse que deixar a rosa que deixara seu planeta mais bonito.

Assim, o filme mostra os diferentes mundos. Os quais, cada pessoa possui o seu.Há intenção de mostrar que cada pessoa vive limitada em seu mundinho pequeno, e sabendo apenas de uma única coisa. Mostra pessoas do mundo das regras, pessoas do mundo dos livros, as do mundo dos números, etc.

Esse com certeza não era o caso do jovem.

Ele era um menino ignorante por não possuir conhecimento algum. Passou de mundinho a mundinho buscando por conhecimento até chegar onde se encontrava.

Até chegar no sahara não havia descoberto nada sobre conhecimento, tão pouco algo que pudesse reverter em conhecimento.

Porém sem iniciativa não se vai e não se chega a nenhum lugar. Tem que confiar no que acredita e agir por instintos. É isso que acontece com o aviador quando tem receio de sair em busca de água. Por medo de se perder e não conseguir voltar, ele resolve não sair de onde está e a criança sai andando confiante no que acredita. Em alguns de seus conceitos.

Quando se está em um lugar desconhecido, precisa-se de cuidados. Encontramos vários tipos de pessoas. Pessoas boas. Pessoas más, que não tem boas intenções e que gera alguma influencia e que pode levar a caminhos errados.

Na maioria das vezes, as pessoas que estão deslocadas e se envolvem com essas pessoas más, podem ter desfecho de vida cruel e repentino. É sobre isso que se trata a parte do filme em que o pequeno príncipe conta que a primeira pessoa que encontrou na Terra foi a serpente.

Decepção e algo que passamos para que possamos ter algum tipo de conhecimento também. Muitas pessoas ao se decepcionar com algo se bloqueiam para não se decepcionarem e errarem de novo. Como acontece com o príncipe e a raposa.

O menino está decepcionado por descobrir que não é o único que possui uma bela rosa. Logo será como a raposa, que se bloqueia e teme em se aproximar do menino. Porém, dá dicas de como conseguir se aproximar.

Diante disso percebi que mesmo algo ou alguém que parece ser inatingível pode se tornar atingível e próximo, é só analisar e descobrir como agir.

Conclui então que só com o coração podemos ver com clareza. O essencial é invisível para os olhos e seguindo esse raciocínio só com a genialidade e inocência de criança é que podemos ver além das coisas, mesmo que ela seja cruel, triste e com probabilidade de se tornar feliz.

Resenha O pequeno Príncipe

O inicio do filme O Pequeno Príncipe, baseou-se na obra de Saint-Exupéry, mostra que uma mesma coisa pode ter mais de um ponto de vista.

O desenho da digestão de uma jibóia, por exemplo, do ponto de vista de uma criança que acaba de descobrir que a jibóia engole sua presa inteira, tem uma representativa importância. Mas, o mesmo desenho mostrado a um adulto, perde totalmente a importância e o significado inicial, tornando-se então um mero chapéu. Tudo porque menosprezam a inteligência, a esperteza e a facilidade de captação e transformação de uma informação para conhecimento de uma criança.

Os adultos perdem com o passar dos tempos a capacidade de ver além das coisas, só vêm superficialmente. Mas tudo que inicialmente parece ser, muitas vezes não é o que pensamos nem o que vemos.

Assim foi a vida do aviador da historia. Ele foi cercado por adultos no período da infância e embora não conseguisse comprovar suas teorias, sua opinião não mudara. Percebeu que ser adulto é ser manipulado e corrompido por poder, dinheiro, golfe e política, tornando-se então um adulto razoável.

Por acidente o aviador cai no deserto do sahara e conhece um garotinho que pede insistentemente que desenhe um carneiro. O aviador explica que não sabe desenhar e que em sua vida toda só havia feito um desenho, e mostra o desenho para o menino. Pela primeira vez se desenho é reconhecido e ganha seu verdadeiro significado. O menino, diz que ele não precisa de uma jibóia e nem de um elefante, e sim de um carneiro, e que ele veio de um lugar muito pequeno e longe dali.

Os dois têm uma boa relação depois disso e o menino curioso começa a perguntar sem parar e a exigir como o desenho deve ser.

Segue a historia até que ocorre um conflito entre o aviador e a garotinho.

Desapontado e frustrado com a atitude do aviador sai correndo e vai embora. O aviador procura pelo menino preocupado. Quando anoitece o menino ressurge e os dois começam a conversar sobre o lugar de onde teriam vindo.

Ao contar sua historia, o pequenino fala de sua trajetória até chegar lá e conta então que percebendo a infelicidade, resolveu partir de seu planeta em busca de conhecimento, mesmo que para isso tivesse que deixar a rosa que deixara seu planeta mais bonito.

Assim, o filme mostra os diferentes mundos. Os quais, cada pessoa possui o seu.Há intenção de mostrar que cada pessoa vive limitada em seu mundinho pequeno, e sabendo apenas de uma única coisa. Mostra pessoas do mundo das regras, pessoas do mundo dos livros, as do mundo dos números, etc.

Esse com certeza não era o caso do jovem.

Ele era um menino ignorante por não possuir conhecimento algum. Passou de mundinho a mundinho buscando por conhecimento até chegar onde se encontrava.

Até chegar no sahara não havia descoberto nada sobre conhecimento, tão pouco algo que pudesse reverter em conhecimento.

Porém sem iniciativa não se vai e não se chega a nenhum lugar. Tem que confiar no que acredita e agir por instintos. É isso que acontece com o aviador quando tem receio de sair em busca de água. Por medo de se perder e não conseguir voltar, ele resolve não sair de onde está e a criança sai andando confiante no que acredita. Em alguns de seus conceitos.

Quando se está em um lugar desconhecido, precisa-se de cuidados. Encontramos vários tipos de pessoas. Pessoas boas. Pessoas más, que não tem boas intenções e que gera alguma influencia e que pode levar a caminhos errados.

Na maioria das vezes, as pessoas que estão deslocadas e se envolvem com essas pessoas más, podem ter desfecho de vida cruel e repentino. É sobre isso que se trata a parte do filme em que o pequeno príncipe conta que a primeira pessoa que encontrou na Terra foi a serpente.

Decepção e algo que passamos para que possamos ter algum tipo de conhecimento também. Muitas pessoas ao se decepcionar com algo se bloqueiam para não se decepcionarem e errarem de novo. Como acontece com o príncipe e a raposa.

O menino está decepcionado por descobrir que não é o único que possui uma bela rosa. Logo será como a raposa, que se bloqueia e teme em se aproximar do menino. Porém, dá dicas de como conseguir se aproximar.

Diante disso percebi que mesmo algo ou alguém que parece ser inatingível pode se tornar atingível e próximo, é só analisar e descobrir como agir.

Conclui então que só com o coração podemos ver com clareza. O essencial é invisível para os olhos e seguindo esse raciocínio só com a genialidade e inocência de criança é que podemos ver além das coisas, mesmo que ela seja cruel, triste e com probabilidade de se tornar feliz.

Rota 66 – A história da Polícia que mata – Caco Barcellos

O livro Rota 66 do jornalista Caco Barcellos conta a história sobre a ROTA, órgão da Polícia Militar (PM). Publicado pela Editora Globo, com 274 páginas de uma leitura fascinante, surpreendente e reveladora. Capaz de prender sua atenção em cada página.

A ROTA 66 surgiu com a fusão da Polícia Civil e a Militar, na década de 70. Diversos crimes bárbaros foram cometidos após esse período por policiais militares com armas pesadas, e atirando definitivamente para matar.

A ROTA específica do livro ficou conhecida pelo 1º assassinato de jovens de classe alta. Sendo que a maioria foram cometidos contra jovens, pardos e pobres. Depois do assassinato desses jovens. Os policiais desse caso começaram a ser observados por Caco Barcellos por ter uma mesma sequência de fatos em diversos crimes.

Perseguem. Atiram sem fazer perguntas, matam, levam o corpo para o Pronto Socorro ou hospital mais próximo, alegando prestação de socorro, alteram a cena do crime. Nenhuma testemunha aparece para contar outra versão do fato do que a dos próprios policiais.

Diversos assassinatos são cometidos dessa forma brutal, tendo sempre um policial do crime da ROTA 66 envolvido. São esses que fazem parte da lista dos 10 maiores assassinos da Polícia Militar.

Caco Barcelos nasceu em Porto Alegre, onde iniciou sua carreira jornalística na Folha da Manhã. Durante a ditadura militar, trabalhou em veículos de imprensa alternativa. Nos seus quase 30 anos de profissão, com passagens pelas revistas Repórter, Isto É e Veja, já cobriu guerras, catástrofes naturais, guerrilhas e se dedicou a grandes reportagens investigativas, entre elas a que deu origem a esse livro. Em 1985, foi trabalhar na Rede Globo, como repórter do Jornal Nacional, do Fantástico, do Globo Repórter e do quadro “Profissão Repórter”.

Fernanda Santos – RGM: 59395

2º período de Jornalismo